Lobices

…meiguices de lobos e não só…

>Beltane

>
…logo à noite, em meia lua, o fogo me rodeará e me irá levar para as legendárias paragens onde o amor que fecunda a terra, torna real a lenda que tanto encanta…
.
(photo from druidry.org)

30/04/2005 Posted by | Diversos | 6 comentários

Beltane


…logo à noite, em meia lua, o fogo me rodeará e me irá levar para as legendárias paragens onde o amor que fecunda a terra, torna real a lenda que tanto encanta…
.
(photo from druidry.org)

30/04/2005 Posted by | Diversos | 6 comentários

Beltane


…logo à noite, em meia lua, o fogo me rodeará e me irá levar para as legendárias paragens onde o amor que fecunda a terra, torna real a lenda que tanto encanta…
.
(photo from druidry.org)

30/04/2005 Posted by | Diversos | | 6 comentários

>abraço

>

“…queria expor a totalidade do meu ser no teu corpo; deitar-me nele e descansar… esperar a manhã seguinte sem alterar a forma de sentir… vibrar apenas com o facto de me saber em ti pousado ao de leve, de mansinho, como se lá não estivesse… delirar com os teus movimentos e sentir o meu corpo mover-se ao som dos teus… olhar-te os seios e sorrir nos teus mamilos… ver teu ventre quieto, dolente, ali à minha frente… tua sedosa pele em cheiros de jasmim ou de rosa pétala… deixar-me levar pelo teu sonho e pelo teu respirar… ondular… marear… vogar… fluir, ser e estar… e quando do sono o teu ser acordar eu olhar teus olhos matinais e neles me afogar… suster a respiração e desfalecer nos teus braços…”

29/04/2005 Posted by | Diversos | 6 comentários

abraço

“…queria expor a totalidade do meu ser no teu corpo; deitar-me nele e descansar… esperar a manhã seguinte sem alterar a forma de sentir… vibrar apenas com o facto de me saber em ti pousado ao de leve, de mansinho, como se lá não estivesse… delirar com os teus movimentos e sentir o meu corpo mover-se ao som dos teus… olhar-te os seios e sorrir nos teus mamilos… ver teu ventre quieto, dolente, ali à minha frente… tua sedosa pele em cheiros de jasmim ou de rosa pétala… deixar-me levar pelo teu sonho e pelo teu respirar… ondular… marear… vogar… fluir, ser e estar… e quando do sono o teu ser acordar eu olhar teus olhos matinais e neles me afogar… suster a respiração e desfalecer nos teus braços…”

29/04/2005 Posted by | Diversos | 6 comentários

abraço

“…queria expor a totalidade do meu ser no teu corpo; deitar-me nele e descansar… esperar a manhã seguinte sem alterar a forma de sentir… vibrar apenas com o facto de me saber em ti pousado ao de leve, de mansinho, como se lá não estivesse… delirar com os teus movimentos e sentir o meu corpo mover-se ao som dos teus… olhar-te os seios e sorrir nos teus mamilos… ver teu ventre quieto, dolente, ali à minha frente… tua sedosa pele em cheiros de jasmim ou de rosa pétala… deixar-me levar pelo teu sonho e pelo teu respirar… ondular… marear… vogar… fluir, ser e estar… e quando do sono o teu ser acordar eu olhar teus olhos matinais e neles me afogar… suster a respiração e desfalecer nos teus braços…”

29/04/2005 Posted by | Diversos | | 6 comentários

>falo

>
…simbologias fálicas e uterinas numa só visão de conjunto…

28/04/2005 Posted by | Diversos | 14 comentários

falo


…simbologias fálicas e uterinas numa só visão de conjunto…

28/04/2005 Posted by | Diversos | 14 comentários

falo


…simbologias fálicas e uterinas numa só visão de conjunto…

28/04/2005 Posted by | Diversos | | 13 comentários

>subscritas

>

“…Gosto de ti não só por causa de quem és, mas também por causa de quem sou quando estou contigo… Nenhum homem e nenhuma mulher é digno/a das tuas lágrimas, e aquele ou
aquela que o é, não te fará chorar… Apenas porque alguém não te ama da maneira que gostarias, isso não significa que ele ou ela não te ame com tudo o que têm… Um/a verdadeiro/a amigo/a é aquele/a que procura segurar a tua mão quando cais e te toca no coração… A pior maneira de sentir a falta de alguém é estar sentada exactamente a seu lado sabendo que não a podemos ter… Nunca franzas o sobrolho, mesmo quando estiveres triste, porque nunca sabes quem se pode estar a apaixonar pelo teu sorriso… Para o mundo todo podes ser apenas uma pessoa, mas para uma pessoa podes ser o mundo todo… Não gastes o teu tempo num homem ou numa mulher que não esteja disposta a gastar o seu tempo contigo… Talvez Deus queira que nós encontremos algumas pessoas erradas antes de encontrar a certa, para que quando encontremos a certa saibamos ser gratos… Não chores porque acabou, sorri porque aconteceu… Sempre haverá pessoas que te magoem, por isso o que tens de fazer é continuar a confiar e ser apenas mais cuidadoso acerca de quem confias para a próxima… Faz de ti uma pessoa melhor e procura conhecer-te antes de procurares conhecer outra pessoa e esperares que ela saiba quem tu és… Não tentes tanto, as melhores coisas acontecem quando não estás à espera delas… Lembra-te que tudo o que acontece, acontece por uma razão… Descobre-a…”
(lido algures por aí)

27/04/2005 Posted by | Diversos | 8 comentários

subscritas

“…Gosto de ti não só por causa de quem és, mas também por causa de quem sou quando estou contigo… Nenhum homem e nenhuma mulher é digno/a das tuas lágrimas, e aquele ou
aquela que o é, não te fará chorar… Apenas porque alguém não te ama da maneira que gostarias, isso não significa que ele ou ela não te ame com tudo o que têm… Um/a verdadeiro/a amigo/a é aquele/a que procura segurar a tua mão quando cais e te toca no coração… A pior maneira de sentir a falta de alguém é estar sentada exactamente a seu lado sabendo que não a podemos ter… Nunca franzas o sobrolho, mesmo quando estiveres triste, porque nunca sabes quem se pode estar a apaixonar pelo teu sorriso… Para o mundo todo podes ser apenas uma pessoa, mas para uma pessoa podes ser o mundo todo… Não gastes o teu tempo num homem ou numa mulher que não esteja disposta a gastar o seu tempo contigo… Talvez Deus queira que nós encontremos algumas pessoas erradas antes de encontrar a certa, para que quando encontremos a certa saibamos ser gratos… Não chores porque acabou, sorri porque aconteceu… Sempre haverá pessoas que te magoem, por isso o que tens de fazer é continuar a confiar e ser apenas mais cuidadoso acerca de quem confias para a próxima… Faz de ti uma pessoa melhor e procura conhecer-te antes de procurares conhecer outra pessoa e esperares que ela saiba quem tu és… Não tentes tanto, as melhores coisas acontecem quando não estás à espera delas… Lembra-te que tudo o que acontece, acontece por uma razão… Descobre-a…”
(lido algures por aí)

27/04/2005 Posted by | Diversos | 8 comentários

subscritas

“…Gosto de ti não só por causa de quem és, mas também por causa de quem sou quando estou contigo… Nenhum homem e nenhuma mulher é digno/a das tuas lágrimas, e aquele ou
aquela que o é, não te fará chorar… Apenas porque alguém não te ama da maneira que gostarias, isso não significa que ele ou ela não te ame com tudo o que têm… Um/a verdadeiro/a amigo/a é aquele/a que procura segurar a tua mão quando cais e te toca no coração… A pior maneira de sentir a falta de alguém é estar sentada exactamente a seu lado sabendo que não a podemos ter… Nunca franzas o sobrolho, mesmo quando estiveres triste, porque nunca sabes quem se pode estar a apaixonar pelo teu sorriso… Para o mundo todo podes ser apenas uma pessoa, mas para uma pessoa podes ser o mundo todo… Não gastes o teu tempo num homem ou numa mulher que não esteja disposta a gastar o seu tempo contigo… Talvez Deus queira que nós encontremos algumas pessoas erradas antes de encontrar a certa, para que quando encontremos a certa saibamos ser gratos… Não chores porque acabou, sorri porque aconteceu… Sempre haverá pessoas que te magoem, por isso o que tens de fazer é continuar a confiar e ser apenas mais cuidadoso acerca de quem confias para a próxima… Faz de ti uma pessoa melhor e procura conhecer-te antes de procurares conhecer outra pessoa e esperares que ela saiba quem tu és… Não tentes tanto, as melhores coisas acontecem quando não estás à espera delas… Lembra-te que tudo o que acontece, acontece por uma razão… Descobre-a…”
(lido algures por aí)

27/04/2005 Posted by | Diversos | | 8 comentários

>sóis

>
…ontem, nas minhas andanças, não encontrei cravos…

26/04/2005 Posted by | Diversos | 12 comentários

sóis


…ontem, nas minhas andanças, não encontrei cravos…

26/04/2005 Posted by | Diversos | 12 comentários

sóis


…ontem, nas minhas andanças, não encontrei cravos…

26/04/2005 Posted by | Diversos | | 12 comentários

>touch

>

“…Queria dizer-te tanta coisa. Que o tempo era pouco. Que me sentia feliz ao teu lado. Que queria que o relógio parasse. Que contei as horas até ao nosso encontro. Que disfarcei a ansiedade numa falsa desenvoltura. Num riso confiante. E fui-te escutando. Com atenção. Com interesse. Com curiosidade. Senti-te mais perto. Senti-me tua. Queria tocar-te. Mais do que toquei. Muito mais. E senti que tu também querias. As nossas mãos procuravam-se em gestos aparentemente casuais. Distraídos. Até que não resistimos. Alheios ao que nos rodeava, abraçámo-nos. Naturalmente. Puxaste-me para o calor do teu peito. E, com uma ternura imensa, beijaste-me os lábios, ao de leve. Foi um gesto breve, furtivo, mas que resumiu, na sua intensidade, todas as emoções, contidas, que sentíramos até então. Estou a escrever o que sinto agora. Já com o distanciamento de tempo e local. Não sei o que fazer a estas palavras que acabo de escrever. O que quer que lhes faça, uma certeza tenho: a nossa história pode nunca ser escrita mas o que vivi naquela tarde jamais esquecerei…”

25/04/2005 Posted by | Diversos | 8 comentários

touch

“…Queria dizer-te tanta coisa. Que o tempo era pouco. Que me sentia feliz ao teu lado. Que queria que o relógio parasse. Que contei as horas até ao nosso encontro. Que disfarcei a ansiedade numa falsa desenvoltura. Num riso confiante. E fui-te escutando. Com atenção. Com interesse. Com curiosidade. Senti-te mais perto. Senti-me tua. Queria tocar-te. Mais do que toquei. Muito mais. E senti que tu também querias. As nossas mãos procuravam-se em gestos aparentemente casuais. Distraídos. Até que não resistimos. Alheios ao que nos rodeava, abraçámo-nos. Naturalmente. Puxaste-me para o calor do teu peito. E, com uma ternura imensa, beijaste-me os lábios, ao de leve. Foi um gesto breve, furtivo, mas que resumiu, na sua intensidade, todas as emoções, contidas, que sentíramos até então. Estou a escrever o que sinto agora. Já com o distanciamento de tempo e local. Não sei o que fazer a estas palavras que acabo de escrever. O que quer que lhes faça, uma certeza tenho: a nossa história pode nunca ser escrita mas o que vivi naquela tarde jamais esquecerei…”

25/04/2005 Posted by | Diversos | 8 comentários

touch

“…Queria dizer-te tanta coisa. Que o tempo era pouco. Que me sentia feliz ao teu lado. Que queria que o relógio parasse. Que contei as horas até ao nosso encontro. Que disfarcei a ansiedade numa falsa desenvoltura. Num riso confiante. E fui-te escutando. Com atenção. Com interesse. Com curiosidade. Senti-te mais perto. Senti-me tua. Queria tocar-te. Mais do que toquei. Muito mais. E senti que tu também querias. As nossas mãos procuravam-se em gestos aparentemente casuais. Distraídos. Até que não resistimos. Alheios ao que nos rodeava, abraçámo-nos. Naturalmente. Puxaste-me para o calor do teu peito. E, com uma ternura imensa, beijaste-me os lábios, ao de leve. Foi um gesto breve, furtivo, mas que resumiu, na sua intensidade, todas as emoções, contidas, que sentíramos até então. Estou a escrever o que sinto agora. Já com o distanciamento de tempo e local. Não sei o que fazer a estas palavras que acabo de escrever. O que quer que lhes faça, uma certeza tenho: a nossa história pode nunca ser escrita mas o que vivi naquela tarde jamais esquecerei…”

25/04/2005 Posted by | Diversos | | 7 comentários

>lugares

>
…mais um daqueles lugares para se encontrar a serenidade…

24/04/2005 Posted by | Diversos | 4 comentários

lugares


…mais um daqueles lugares para se encontrar a serenidade…

24/04/2005 Posted by | Diversos | 4 comentários

lugares


…mais um daqueles lugares para se encontrar a serenidade…

24/04/2005 Posted by | Diversos | | 4 comentários

>forma

>- Como se ama?… perguntou-me ele com aquele olhar tímido
– É simples; primeiro é preciso querer amar; depois, ama-se, respondi-lhe
Como assim?… notei-lhe incredulidade no olhar
– Só se ama quando queremos isso; nunca conseguiremos amar se não o quisermos; por muito que se teime em fazer uma dada tarefa, se não acreditarmos no que estamos a fazer e se não a quisermos fazer, a tarefa jamais termina, ou se termina, não sairá perfeita. Com o “amar” é a mesma coisa: temos que querer amar e então, sabendo que queremos “isso”, é fácil amar
Fácil?… interrogou
– Sim, fácil porque estarás a fazer algo que queres; se não quiseres amar não o vais conseguir
Pois olhou para o chão e perguntou novamente: – Disseste que primeiro era preciso querer; isso quer dizer que há mais alguma condição?
– Claro, respondi-lhe com um sorriso; segundo, é preciso crer!…
Como assim?
– Tal como disse: querer amar e crer nessa forma de amar
Bolas!… Assim é muito dificil
– Claro que é!… Quem te disse que amar era fácil?
…olhou para mim, sorriu e correu escadas abaixo… espreitei pela janela; no pátio, a Teresinha (a amiguinha dele) esperava-o com um brilho no olhar! …Limitei-me a sorrir!…

23/04/2005 Posted by | Diversos | 10 comentários

forma

Como se ama?… perguntou-me ele com aquele olhar tímido
– É simples; primeiro é preciso querer amar; depois, ama-se, respondi-lhe
Como assim?… notei-lhe incredulidade no olhar
– Só se ama quando queremos isso; nunca conseguiremos amar se não o quisermos; por muito que se teime em fazer uma dada tarefa, se não acreditarmos no que estamos a fazer e se não a quisermos fazer, a tarefa jamais termina, ou se termina, não sairá perfeita. Com o “amar” é a mesma coisa: temos que querer amar e então, sabendo que queremos “isso”, é fácil amar
Fácil?… interrogou
– Sim, fácil porque estarás a fazer algo que queres; se não quiseres amar não o vais conseguir
Pois olhou para o chão e perguntou novamente: – Disseste que primeiro era preciso querer; isso quer dizer que há mais alguma condição?
– Claro, respondi-lhe com um sorriso; segundo, é preciso crer!…
Como assim?
– Tal como disse: querer amar e crer nessa forma de amar
Bolas!… Assim é muito dificil
– Claro que é!… Quem te disse que amar era fácil?
…olhou para mim, sorriu e correu escadas abaixo… espreitei pela janela; no pátio, a Teresinha (a amiguinha dele) esperava-o com um brilho no olhar! …Limitei-me a sorrir!…

23/04/2005 Posted by | Diversos | 10 comentários

forma

Como se ama?… perguntou-me ele com aquele olhar tímido
– É simples; primeiro é preciso querer amar; depois, ama-se, respondi-lhe
Como assim?… notei-lhe incredulidade no olhar
– Só se ama quando queremos isso; nunca conseguiremos amar se não o quisermos; por muito que se teime em fazer uma dada tarefa, se não acreditarmos no que estamos a fazer e se não a quisermos fazer, a tarefa jamais termina, ou se termina, não sairá perfeita. Com o “amar” é a mesma coisa: temos que querer amar e então, sabendo que queremos “isso”, é fácil amar
Fácil?… interrogou
– Sim, fácil porque estarás a fazer algo que queres; se não quiseres amar não o vais conseguir
Pois olhou para o chão e perguntou novamente: – Disseste que primeiro era preciso querer; isso quer dizer que há mais alguma condição?
– Claro, respondi-lhe com um sorriso; segundo, é preciso crer!…
Como assim?
– Tal como disse: querer amar e crer nessa forma de amar
Bolas!… Assim é muito dificil
– Claro que é!… Quem te disse que amar era fácil?
…olhou para mim, sorriu e correu escadas abaixo… espreitei pela janela; no pátio, a Teresinha (a amiguinha dele) esperava-o com um brilho no olhar! …Limitei-me a sorrir!…

23/04/2005 Posted by | Diversos | | 10 comentários

>sossego

>
…descansar neste silêncio é o melhor remédio para o stress…

22/04/2005 Posted by | Diversos | 9 comentários

sossego


…descansar neste silêncio é o melhor remédio para o stress…

22/04/2005 Posted by | Diversos | 9 comentários

sossego


…descansar neste silêncio é o melhor remédio para o stress…

22/04/2005 Posted by | Diversos | | 9 comentários

>sorriso

>

“…ainda cheguei a tempo de postar… estava a ver que não conseguia… mas agora, a esta hora (não é meu costume) o que é que vou escrever?… que dizer-vos?… bem, foi um dia muito bonito para mim, foi um dia para eu sorrir… sei lá que dizer mais!?… olhem: hoje, fui feliz!…”

21/04/2005 Posted by | Diversos | 6 comentários

sorriso

“…ainda cheguei a tempo de postar… estava a ver que não conseguia… mas agora, a esta hora (não é meu costume) o que é que vou escrever?… que dizer-vos?… bem, foi um dia muito bonito para mim, foi um dia para eu sorrir… sei lá que dizer mais!?… olhem: hoje, fui feliz!…”

21/04/2005 Posted by | Diversos | 6 comentários

sorriso

“…ainda cheguei a tempo de postar… estava a ver que não conseguia… mas agora, a esta hora (não é meu costume) o que é que vou escrever?… que dizer-vos?… bem, foi um dia muito bonito para mim, foi um dia para eu sorrir… sei lá que dizer mais!?… olhem: hoje, fui feliz!…”

21/04/2005 Posted by | Diversos | | 6 comentários

>centro

>
…como um centro de mesa, ali aos nossos pés, para deleite do olhar…

20/04/2005 Posted by | Diversos | 8 comentários

centro


…como um centro de mesa, ali aos nossos pés, para deleite do olhar…

20/04/2005 Posted by | Diversos | 8 comentários

centro


…como um centro de mesa, ali aos nossos pés, para deleite do olhar…

20/04/2005 Posted by | Diversos | | 8 comentários

>saber

>

“…em Dezembro vou fazer 60… o meu filho mais velho vai fazer 35 em Maio… já vivi bastante (apesar de ainda querer viver muito mais) e sempre que passa um novo dia, entendo que acabo de “encher” o meu saco da sabedoria… “saco” esse que não sabia existir nos meus 2o`s e 30`s anos… nessa altura nada tinha valor para mim a não ser aquilo que eu “era” naquele momento… a idade dos velhotes ainda estava longe de ser atingida… mas que mania os meus velhotes tinham de saberem tudo?!… até que… de repente… olhei para mim e disse: (Pôrra, man… já tens 50″… foi a partir daí que comecei a aprender a saber viver… foi a partir daí que comecei a entender o que é viver… foi a partir daí que comecei a entender o que é a vida e como é que ela deve ser vivida… estar aqui, neste momento, aqui e agora, olhando para mim, a caminho dos 60 e pensar: éh pá, como foi que tão rapidamente aqui chegaste, sem dar por isso; como o tempo passou tão depressa; o que foi que fizeste nesse tempo todo que nem deste conta que ele passava por ti?)
…considero-me ser “dono” dum “saber”, duma “sabedoria” que não aceito que os “novos” a tenham… considero-me ser “dono” de algo que os novos irão ter quando “lá” chegarem… (eu pensei da mesma forma que eles agora ainda pensam)… o conhecimento não é saber… a sabedoria é a acumulação de saberes e de sabores… a sabedoria é o tempo acumulado no nosso corpo e na nossa alma… a sabedoria nada mais é do que o hoje que já não é ontem e que não sabemos se será amanhã… a sabedoria é o estar aqui e saber olhar para trás com um sorriso e rir um pouco da inocência de tão inocentes que nós éramos… e não precisei nunca de ser o que não quis ser; apenas cresci e fui aprendendo e apreendendo… não me interessou nunca mas mesmo nunca saber qual o caminho; apenas tentei (e ainda tento) tão somente caminhar… a todos vós, jovens que vos julgais possuidores de uma verdade: não a nego: sois donos da vossa verdade; não abdiqueis nunca dela; mas, por favor, dai-lhe o espaço necessário à introdução de novos saberes; eles irão cimentar a vossa sabedoria “final”…”

19/04/2005 Posted by | Diversos | 9 comentários

saber

“…em Dezembro vou fazer 60… o meu filho mais velho vai fazer 35 em Maio… já vivi bastante (apesar de ainda querer viver muito mais) e sempre que passa um novo dia, entendo que acabo de “encher” o meu saco da sabedoria… “saco” esse que não sabia existir nos meus 2o`s e 30`s anos… nessa altura nada tinha valor para mim a não ser aquilo que eu “era” naquele momento… a idade dos velhotes ainda estava longe de ser atingida… mas que mania os meus velhotes tinham de saberem tudo?!… até que… de repente… olhei para mim e disse: (Pôrra, man… já tens 50″… foi a partir daí que comecei a aprender a saber viver… foi a partir daí que comecei a entender o que é viver… foi a partir daí que comecei a entender o que é a vida e como é que ela deve ser vivida… estar aqui, neste momento, aqui e agora, olhando para mim, a caminho dos 60 e pensar: éh pá, como foi que tão rapidamente aqui chegaste, sem dar por isso; como o tempo passou tão depressa; o que foi que fizeste nesse tempo todo que nem deste conta que ele passava por ti?)
…considero-me ser “dono” dum “saber”, duma “sabedoria” que não aceito que os “novos” a tenham… considero-me ser “dono” de algo que os novos irão ter quando “lá” chegarem… (eu pensei da mesma forma que eles agora ainda pensam)… o conhecimento não é saber… a sabedoria é a acumulação de saberes e de sabores… a sabedoria é o tempo acumulado no nosso corpo e na nossa alma… a sabedoria nada mais é do que o hoje que já não é ontem e que não sabemos se será amanhã… a sabedoria é o estar aqui e saber olhar para trás com um sorriso e rir um pouco da inocência de tão inocentes que nós éramos… e não precisei nunca de ser o que não quis ser; apenas cresci e fui aprendendo e apreendendo… não me interessou nunca mas mesmo nunca saber qual o caminho; apenas tentei (e ainda tento) tão somente caminhar… a todos vós, jovens que vos julgais possuidores de uma verdade: não a nego: sois donos da vossa verdade; não abdiqueis nunca dela; mas, por favor, dai-lhe o espaço necessário à introdução de novos saberes; eles irão cimentar a vossa sabedoria “final”…”

19/04/2005 Posted by | Diversos | 9 comentários

saber

“…em Dezembro vou fazer 60… o meu filho mais velho vai fazer 35 em Maio… já vivi bastante (apesar de ainda querer viver muito mais) e sempre que passa um novo dia, entendo que acabo de “encher” o meu saco da sabedoria… “saco” esse que não sabia existir nos meus 2o`s e 30`s anos… nessa altura nada tinha valor para mim a não ser aquilo que eu “era” naquele momento… a idade dos velhotes ainda estava longe de ser atingida… mas que mania os meus velhotes tinham de saberem tudo?!… até que… de repente… olhei para mim e disse: (Pôrra, man… já tens 50″… foi a partir daí que comecei a aprender a saber viver… foi a partir daí que comecei a entender o que é viver… foi a partir daí que comecei a entender o que é a vida e como é que ela deve ser vivida… estar aqui, neste momento, aqui e agora, olhando para mim, a caminho dos 60 e pensar: éh pá, como foi que tão rapidamente aqui chegaste, sem dar por isso; como o tempo passou tão depressa; o que foi que fizeste nesse tempo todo que nem deste conta que ele passava por ti?)
…considero-me ser “dono” dum “saber”, duma “sabedoria” que não aceito que os “novos” a tenham… considero-me ser “dono” de algo que os novos irão ter quando “lá” chegarem… (eu pensei da mesma forma que eles agora ainda pensam)… o conhecimento não é saber… a sabedoria é a acumulação de saberes e de sabores… a sabedoria é o tempo acumulado no nosso corpo e na nossa alma… a sabedoria nada mais é do que o hoje que já não é ontem e que não sabemos se será amanhã… a sabedoria é o estar aqui e saber olhar para trás com um sorriso e rir um pouco da inocência de tão inocentes que nós éramos… e não precisei nunca de ser o que não quis ser; apenas cresci e fui aprendendo e apreendendo… não me interessou nunca mas mesmo nunca saber qual o caminho; apenas tentei (e ainda tento) tão somente caminhar… a todos vós, jovens que vos julgais possuidores de uma verdade: não a nego: sois donos da vossa verdade; não abdiqueis nunca dela; mas, por favor, dai-lhe o espaço necessário à introdução de novos saberes; eles irão cimentar a vossa sabedoria “final”…”

19/04/2005 Posted by | Diversos | | 9 comentários

>dream

>
…em direcção à fábrica dos sonhos numa visita guiada bem guardada…

18/04/2005 Posted by | Diversos | 9 comentários

dream


…em direcção à fábrica dos sonhos numa visita guiada bem guardada…

18/04/2005 Posted by | Diversos | 9 comentários

dream


…em direcção à fábrica dos sonhos numa visita guiada bem guardada…

18/04/2005 Posted by | Diversos | | 9 comentários

>fusão

>

“…por muito que sintas que nada faz sentido; por muito que julgues que já nada vale a pena; por muito que penses que tudo é em vão… lembra-te: no mínimo, estás a sentir, a julgar e a pensar. No mínimo estás aí, no teu posto, na tua guarita, na tua torre, no teu próprio altar… qualquer que ele seja, ele é apenas teu e de mais ninguém… olha por ele, olha para ele e funde-te nele; torna-te parte do teu problema, torna-te parte da tua angústia, torna-te parte da tua perda e, com isso, ganha o saber de haveres conquistado essa meta…”

17/04/2005 Posted by | Diversos | 7 comentários

fusão

“…por muito que sintas que nada faz sentido; por muito que julgues que já nada vale a pena; por muito que penses que tudo é em vão… lembra-te: no mínimo, estás a sentir, a julgar e a pensar. No mínimo estás aí, no teu posto, na tua guarita, na tua torre, no teu próprio altar… qualquer que ele seja, ele é apenas teu e de mais ninguém… olha por ele, olha para ele e funde-te nele; torna-te parte do teu problema, torna-te parte da tua angústia, torna-te parte da tua perda e, com isso, ganha o saber de haveres conquistado essa meta…”

17/04/2005 Posted by | Diversos | 7 comentários

fusão

“…por muito que sintas que nada faz sentido; por muito que julgues que já nada vale a pena; por muito que penses que tudo é em vão… lembra-te: no mínimo, estás a sentir, a julgar e a pensar. No mínimo estás aí, no teu posto, na tua guarita, na tua torre, no teu próprio altar… qualquer que ele seja, ele é apenas teu e de mais ninguém… olha por ele, olha para ele e funde-te nele; torna-te parte do teu problema, torna-te parte da tua angústia, torna-te parte da tua perda e, com isso, ganha o saber de haveres conquistado essa meta…”

17/04/2005 Posted by | Diversos | | 7 comentários

>lugares

>
…de sonho, para descansar e olhar apenas…

16/04/2005 Posted by | Diversos | 16 comentários

lugares


…de sonho, para descansar e olhar apenas…

16/04/2005 Posted by | Diversos | 16 comentários

lugares


…de sonho, para descansar e olhar apenas…

16/04/2005 Posted by | Diversos | | 17 comentários

>ilusão

>

“…naquele dia tudo me parecia especial; estava tudo calmo e o sol banhava a lisura da aragem que se sentia leve na face… perguntei-me porquê?… porque razão tudo estava tão bem quando eu sabia perfeitamente que não; dentro de mim, uma luta tremenda de afirmativa força e de pesado esforço; sentia-me esmorecer e, no entanto, tudo me parecia estar bem… olhei bem à minha volta e não havia dúvida: estava um dia lindo. Porém, a noite batia no meu peito e a dor perfurava a minha alma. De que me adiantava aquela ilusória calma?… Senti as lágrimas na minha face e os lábios começaram a tremer; de repente, sem explicação, um choro convulso me fez estremecer o corpo como num delírio febril… Então, de repente, como que por encanto, um vento forte, frio e de norte, abanou o meu corpo e os olhos secaram naquela nova aragem; olhei o céu que se começou a toldar de cinzento escuro e repentinamente umas pingas grossas bateram na minha cara… o choro convulso parou… para que me entristecer se o céu começara a chorar na minha vez?… Dei por mim a correr para dentro do carro e a sair da plataforma do penhasco que estivera á minha frente… a ilusão de que ali resolveria o meu problema, desvaneceu-se… fugi dali tão somente para a vida…”

15/04/2005 Posted by | Diversos | 5 comentários

ilusão

“…naquele dia tudo me parecia especial; estava tudo calmo e o sol banhava a lisura da aragem que se sentia leve na face… perguntei-me porquê?… porque razão tudo estava tão bem quando eu sabia perfeitamente que não; dentro de mim, uma luta tremenda de afirmativa força e de pesado esforço; sentia-me esmorecer e, no entanto, tudo me parecia estar bem… olhei bem à minha volta e não havia dúvida: estava um dia lindo. Porém, a noite batia no meu peito e a dor perfurava a minha alma. De que me adiantava aquela ilusória calma?… Senti as lágrimas na minha face e os lábios começaram a tremer; de repente, sem explicação, um choro convulso me fez estremecer o corpo como num delírio febril… Então, de repente, como que por encanto, um vento forte, frio e de norte, abanou o meu corpo e os olhos secaram naquela nova aragem; olhei o céu que se começou a toldar de cinzento escuro e repentinamente umas pingas grossas bateram na minha cara… o choro convulso parou… para que me entristecer se o céu começara a chorar na minha vez?… Dei por mim a correr para dentro do carro e a sair da plataforma do penhasco que estivera á minha frente… a ilusão de que ali resolveria o meu problema, desvaneceu-se… fugi dali tão somente para a vida…”

15/04/2005 Posted by | Diversos | 5 comentários

ilusão

“…naquele dia tudo me parecia especial; estava tudo calmo e o sol banhava a lisura da aragem que se sentia leve na face… perguntei-me porquê?… porque razão tudo estava tão bem quando eu sabia perfeitamente que não; dentro de mim, uma luta tremenda de afirmativa força e de pesado esforço; sentia-me esmorecer e, no entanto, tudo me parecia estar bem… olhei bem à minha volta e não havia dúvida: estava um dia lindo. Porém, a noite batia no meu peito e a dor perfurava a minha alma. De que me adiantava aquela ilusória calma?… Senti as lágrimas na minha face e os lábios começaram a tremer; de repente, sem explicação, um choro convulso me fez estremecer o corpo como num delírio febril… Então, de repente, como que por encanto, um vento forte, frio e de norte, abanou o meu corpo e os olhos secaram naquela nova aragem; olhei o céu que se começou a toldar de cinzento escuro e repentinamente umas pingas grossas bateram na minha cara… o choro convulso parou… para que me entristecer se o céu começara a chorar na minha vez?… Dei por mim a correr para dentro do carro e a sair da plataforma do penhasco que estivera á minha frente… a ilusão de que ali resolveria o meu problema, desvaneceu-se… fugi dali tão somente para a vida…”

15/04/2005 Posted by | Diversos | | 5 comentários

>espreitar

>
…hoje regressou um pouco de chuva entremeada com um pouco se sol…

14/04/2005 Posted by | Diversos | 12 comentários

espreitar


…hoje regressou um pouco de chuva entremeada com um pouco se sol…

14/04/2005 Posted by | Diversos | 12 comentários

espreitar


…hoje regressou um pouco de chuva entremeada com um pouco se sol…

14/04/2005 Posted by | Diversos | | 12 comentários

>elo literário

>
O testemunho foi-me passado pela Mitsou do (http://tijolices.blogspot.com) e pela Cris do (http://osorrisodalua.blogspot.com) a quem agradeço imenso.
****************************************************
Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?
O próprio “Fahrenheit 451” que não ardeu.
Já alguma vez ficaste apanhadinha(o) por um personagem de ficção?
Não, eu já sou apanhado de todo.
Qual foi o último livro que compraste?
“Eragon” de Christopher Paolini.
Que livros estás a ler?
“Eragon”
Que livros (5) levarias para uma ilha deserta?
“Manual de sobrevivência”
“As plantas comestíveis”
“Aprenda a pescar”
“Aprenda a caçar”
“Aprenda a cozinhar sem cozinha”
(…sou muito prático, não sou?…)
A quem vais passar este testemunho (três pessoas) e porquê?
100nada (http://100nada.weblog.com.pt/) Por ser o primeiro link da minha lista de links
123de4 (http://123de4.blogs.sapo.pt/) Por ser o segundo link da minha lista de links
4R (http://quartarepublica.blogspot.com/) Por ser o terceiro link da minha lista de links
.
(é uma razão como outra qualquer, não?…)
(desculpem ter levado isto a brincar mas preciso de passar a vida a sorrir)

13/04/2005 Posted by | Diversos | 8 comentários

elo literário


O testemunho foi-me passado pela Mitsou do (http://tijolices.blogspot.com) e pela Cris do (http://osorrisodalua.blogspot.com) a quem agradeço imenso.
****************************************************
Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?
O próprio “Fahrenheit 451” que não ardeu.
Já alguma vez ficaste apanhadinha(o) por um personagem de ficção?
Não, eu já sou apanhado de todo.
Qual foi o último livro que compraste?
“Eragon” de Christopher Paolini.
Que livros estás a ler?
“Eragon”
Que livros (5) levarias para uma ilha deserta?
“Manual de sobrevivência”
“As plantas comestíveis”
“Aprenda a pescar”
“Aprenda a caçar”
“Aprenda a cozinhar sem cozinha”
(…sou muito prático, não sou?…)
A quem vais passar este testemunho (três pessoas) e porquê?
100nada (http://100nada.weblog.com.pt/) Por ser o primeiro link da minha lista de links
123de4 (http://123de4.blogs.sapo.pt/) Por ser o segundo link da minha lista de links
4R (http://quartarepublica.blogspot.com/) Por ser o terceiro link da minha lista de links
.
(é uma razão como outra qualquer, não?…)
(desculpem ter levado isto a brincar mas preciso de passar a vida a sorrir)

13/04/2005 Posted by | Diversos | 8 comentários

elo literário


O testemunho foi-me passado pela Mitsou do (http://tijolices.blogspot.com) e pela Cris do (http://osorrisodalua.blogspot.com) a quem agradeço imenso.
****************************************************
Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?
O próprio “Fahrenheit 451” que não ardeu.
Já alguma vez ficaste apanhadinha(o) por um personagem de ficção?
Não, eu já sou apanhado de todo.
Qual foi o último livro que compraste?
“Eragon” de Christopher Paolini.
Que livros estás a ler?
“Eragon”
Que livros (5) levarias para uma ilha deserta?
“Manual de sobrevivência”
“As plantas comestíveis”
“Aprenda a pescar”
“Aprenda a caçar”
“Aprenda a cozinhar sem cozinha”
(…sou muito prático, não sou?…)
A quem vais passar este testemunho (três pessoas) e porquê?
100nada (http://100nada.weblog.com.pt/) Por ser o primeiro link da minha lista de links
123de4 (http://123de4.blogs.sapo.pt/) Por ser o segundo link da minha lista de links
4R (http://quartarepublica.blogspot.com/) Por ser o terceiro link da minha lista de links
.
(é uma razão como outra qualquer, não?…)
(desculpem ter levado isto a brincar mas preciso de passar a vida a sorrir)

13/04/2005 Posted by | Diversos | | 8 comentários

>passeio

>
…no reino das fadas e dos gnomos, a sensação é de magia…

12/04/2005 Posted by | Diversos | 7 comentários

passeio


…no reino das fadas e dos gnomos, a sensação é de magia…

12/04/2005 Posted by | Diversos | 7 comentários

passeio


…no reino das fadas e dos gnomos, a sensação é de magia…

12/04/2005 Posted by | Diversos | | 7 comentários

>escrevendo

>

“…neste momento são cerca de 11,30 da manhã desta segunda feira… por volta das 10 iniciei a minha habitual marcha pedestre; a necessidade de fazer circular mais activamente o sangue pelas veias e artérias deste corpo (ainda jovem, diga-se de passagem, mas com as marcas derivadas de uma vida sendentária de escritórios e ao volante de carros… 2 milhões de quilómetros percorridos ao volante dão uma idéia do tempo que passei em posição errada…), fazem com que cardio-vasculares-entendidos opinem nesse sentido… por isso o meu caminhar físico é nesse sentido e não o faço como gostaria de fazer que seria à beira mar, descalço, com os pés metidos água adentro e forçar a marcha ao longo da costa soprada pelo habitual vento norte de que tanto gosto sentir na face… porém, caminho mais no sentido metafórico, na contínua demanda de uma resposta que não encontro; claro que sim, claro que já encontrei muitas resposta mas há sempre uma outra e depois mais outra e ainda mais outra: é essa procura, essa busca que me dá o sal, o picante da vida e não a vida em si mesma… anos e anos vividos em intensa labuta e intenso prazer; vida que me presenteou e me multou… pagamos sempre um determinado preço por tudo o que nos é concedido e, acreditem, que nada nos é “dado” de borla; tudo tem de ser “pago”… existe apenas uma forma de enfrentar esse determinismo: é saber aceitar e continuar a caminhada… procuro encontrar as respostas que sei estão em algum lugar, provavelmente bem dentro de mim; mas a caminhada também é feita dentro e de dentro não podemos sair mas também não temos a obrigação de ficar… temos, então, de arriscar… de deambular… de escutar… de experimentar… de olhar… de tocar… de usar tudo o que somos na procura do que ainda não somos… caminho pelas ruas e ruelas das minhas ruas, dos meus cantos… passos curtos mas contínuos numa marcha cadenciada… comigo, ao lado, por vezes olhando para trás, vai o meu Black (o ser que mais invejo se inveja ter me é permitido), o simbolo da liberdade, o simbolo da amizade, o simbolo da fraternidade, o simbolo de todas as virtudes que seriam normal o ser humano possuir e apenas as vejo neste ser que me entende mais do que eu o entendo a ele; neste ser que mesmo com um olhito à Camões não deixa de sorrir para mim sempre que o chamo, sempre que o toco… infância passada (muito tempo) nas praias saudosas duma Foz antiga, do eléctrico “flechinha” como lhe chamavamos ao um que ia para Matosinhos, à ainda idêntica senhora da luz, às rochas com os mexilhões, ao passear até ao castelo do queijo e as idas a fugir até a um matosinhos de tascas e tasquinhas… a cerveja na cuf ali na Galiza… porto sentido da minha criança, da criança que ainda habita em mim e nunca deixará de existir… por isso, há sempre busca, há sempre a necessidade de entender… passear à beira rio é um bom passeio; o cheiro característico da ribeira… o passeio por massarelos, os pescadores debaixo da arrábida… por onde passeio eu?… pela vida, pela vida… tão doce e tão amarga… tão cheia e tão vazia… tão pura e tão impura… tão dual… e… tão única…”

11/04/2005 Posted by | Diversos | 12 comentários

escrevendo

“…neste momento são cerca de 11,30 da manhã desta segunda feira… por volta das 10 iniciei a minha habitual marcha pedestre; a necessidade de fazer circular mais activamente o sangue pelas veias e artérias deste corpo (ainda jovem, diga-se de passagem, mas com as marcas derivadas de uma vida sendentária de escritórios e ao volante de carros… 2 milhões de quilómetros percorridos ao volante dão uma idéia do tempo que passei em posição errada…), fazem com que cardio-vasculares-entendidos opinem nesse sentido… por isso o meu caminhar físico é nesse sentido e não o faço como gostaria de fazer que seria à beira mar, descalço, com os pés metidos água adentro e forçar a marcha ao longo da costa soprada pelo habitual vento norte de que tanto gosto sentir na face… porém, caminho mais no sentido metafórico, na contínua demanda de uma resposta que não encontro; claro que sim, claro que já encontrei muitas resposta mas há sempre uma outra e depois mais outra e ainda mais outra: é essa procura, essa busca que me dá o sal, o picante da vida e não a vida em si mesma… anos e anos vividos em intensa labuta e intenso prazer; vida que me presenteou e me multou… pagamos sempre um determinado preço por tudo o que nos é concedido e, acreditem, que nada nos é “dado” de borla; tudo tem de ser “pago”… existe apenas uma forma de enfrentar esse determinismo: é saber aceitar e continuar a caminhada… procuro encontrar as respostas que sei estão em algum lugar, provavelmente bem dentro de mim; mas a caminhada também é feita dentro e de dentro não podemos sair mas também não temos a obrigação de ficar… temos, então, de arriscar… de deambular… de escutar… de experimentar… de olhar… de tocar… de usar tudo o que somos na procura do que ainda não somos… caminho pelas ruas e ruelas das minhas ruas, dos meus cantos… passos curtos mas contínuos numa marcha cadenciada… comigo, ao lado, por vezes olhando para trás, vai o meu Black (o ser que mais invejo se inveja ter me é permitido), o simbolo da liberdade, o simbolo da amizade, o simbolo da fraternidade, o simbolo de todas as virtudes que seriam normal o ser humano possuir e apenas as vejo neste ser que me entende mais do que eu o entendo a ele; neste ser que mesmo com um olhito à Camões não deixa de sorrir para mim sempre que o chamo, sempre que o toco… infância passada (muito tempo) nas praias saudosas duma Foz antiga, do eléctrico “flechinha” como lhe chamavamos ao um que ia para Matosinhos, à ainda idêntica senhora da luz, às rochas com os mexilhões, ao passear até ao castelo do queijo e as idas a fugir até a um matosinhos de tascas e tasquinhas… a cerveja na cuf ali na Galiza… porto sentido da minha criança, da criança que ainda habita em mim e nunca deixará de existir… por isso, há sempre busca, há sempre a necessidade de entender… passear à beira rio é um bom passeio; o cheiro característico da ribeira… o passeio por massarelos, os pescadores debaixo da arrábida… por onde passeio eu?… pela vida, pela vida… tão doce e tão amarga… tão cheia e tão vazia… tão pura e tão impura… tão dual… e… tão única…”

11/04/2005 Posted by | Diversos | 12 comentários

escrevendo

“…neste momento são cerca de 11,30 da manhã desta segunda feira… por volta das 10 iniciei a minha habitual marcha pedestre; a necessidade de fazer circular mais activamente o sangue pelas veias e artérias deste corpo (ainda jovem, diga-se de passagem, mas com as marcas derivadas de uma vida sendentária de escritórios e ao volante de carros… 2 milhões de quilómetros percorridos ao volante dão uma idéia do tempo que passei em posição errada…), fazem com que cardio-vasculares-entendidos opinem nesse sentido… por isso o meu caminhar físico é nesse sentido e não o faço como gostaria de fazer que seria à beira mar, descalço, com os pés metidos água adentro e forçar a marcha ao longo da costa soprada pelo habitual vento norte de que tanto gosto sentir na face… porém, caminho mais no sentido metafórico, na contínua demanda de uma resposta que não encontro; claro que sim, claro que já encontrei muitas resposta mas há sempre uma outra e depois mais outra e ainda mais outra: é essa procura, essa busca que me dá o sal, o picante da vida e não a vida em si mesma… anos e anos vividos em intensa labuta e intenso prazer; vida que me presenteou e me multou… pagamos sempre um determinado preço por tudo o que nos é concedido e, acreditem, que nada nos é “dado” de borla; tudo tem de ser “pago”… existe apenas uma forma de enfrentar esse determinismo: é saber aceitar e continuar a caminhada… procuro encontrar as respostas que sei estão em algum lugar, provavelmente bem dentro de mim; mas a caminhada também é feita dentro e de dentro não podemos sair mas também não temos a obrigação de ficar… temos, então, de arriscar… de deambular… de escutar… de experimentar… de olhar… de tocar… de usar tudo o que somos na procura do que ainda não somos… caminho pelas ruas e ruelas das minhas ruas, dos meus cantos… passos curtos mas contínuos numa marcha cadenciada… comigo, ao lado, por vezes olhando para trás, vai o meu Black (o ser que mais invejo se inveja ter me é permitido), o simbolo da liberdade, o simbolo da amizade, o simbolo da fraternidade, o simbolo de todas as virtudes que seriam normal o ser humano possuir e apenas as vejo neste ser que me entende mais do que eu o entendo a ele; neste ser que mesmo com um olhito à Camões não deixa de sorrir para mim sempre que o chamo, sempre que o toco… infância passada (muito tempo) nas praias saudosas duma Foz antiga, do eléctrico “flechinha” como lhe chamavamos ao um que ia para Matosinhos, à ainda idêntica senhora da luz, às rochas com os mexilhões, ao passear até ao castelo do queijo e as idas a fugir até a um matosinhos de tascas e tasquinhas… a cerveja na cuf ali na Galiza… porto sentido da minha criança, da criança que ainda habita em mim e nunca deixará de existir… por isso, há sempre busca, há sempre a necessidade de entender… passear à beira rio é um bom passeio; o cheiro característico da ribeira… o passeio por massarelos, os pescadores debaixo da arrábida… por onde passeio eu?… pela vida, pela vida… tão doce e tão amarga… tão cheia e tão vazia… tão pura e tão impura… tão dual… e… tão única…”

11/04/2005 Posted by | Diversos | | 12 comentários

>trabalho

>
…desejo-vos uma boa semana de trabalho sem preocupações…

10/04/2005 Posted by | Diversos | 14 comentários

trabalho


…desejo-vos uma boa semana de trabalho sem preocupações…

10/04/2005 Posted by | Diversos | 14 comentários

trabalho


…desejo-vos uma boa semana de trabalho sem preocupações…

10/04/2005 Posted by | Diversos | | 14 comentários

>combóios

>
…para lá da velhinha e saudosa Ponte de D. Maria, a Ponte S. João… no seu dorso, o Alfa Pendular segue a sua viagem…

09/04/2005 Posted by | Diversos | 9 comentários

combóios


…para lá da velhinha e saudosa Ponte de D. Maria, a Ponte S. João… no seu dorso, o Alfa Pendular segue a sua viagem…

09/04/2005 Posted by | Diversos | 9 comentários

combóios


…para lá da velhinha e saudosa Ponte de D. Maria, a Ponte S. João… no seu dorso, o Alfa Pendular segue a sua viagem…

09/04/2005 Posted by | Diversos | | 9 comentários

>receita

>…republicação:
.

“…Não penses que sabes tudo ou que sabes que podes tudo saber; nada se consegue saber apenas com a aprendizagem; é preciso buscar, é preciso viver, é preciso sentir, ser e estar; nada se consegue saber apenas com o olhar; é preciso ouvir, tocar, cheirar… Usa todos os meios ao teu alcance para que um lampejo de sabedoria surja perante ti, mesmo os meios que não possuis, ou seja, usando a sabedoria dos outros, daqueles que têm algo para te dizer, para te contar, para te oferecer. Depois, lança esse conhecimento no teu ser; cozinha-o com todos os ingredientes que possas arranjar, tenta um lume brando e usa teu instinto. O produto final será teu e de mais ninguém; foste tu que o obtiveste com o teu trabalho, com a tua busca, com o teu empenho e não só com o que te deram. Depois, prova esse produto e digere-o com prudência e com lentidão. Porém, sempre que possas, usa um pouco de loucura, dá-lhe um toque final, impõe-lhe a tua marca e oferece-o a quem o procura.
Não o retenhas pois de nada te serve guardado no sótão da tua memória. Areja-o e reparte-o com os outros. A seguir, procura novo saber. E repete o processo….”

08/04/2005 Posted by | Diversos | 8 comentários

receita

…republicação:
.

“…Não penses que sabes tudo ou que sabes que podes tudo saber; nada se consegue saber apenas com a aprendizagem; é preciso buscar, é preciso viver, é preciso sentir, ser e estar; nada se consegue saber apenas com o olhar; é preciso ouvir, tocar, cheirar… Usa todos os meios ao teu alcance para que um lampejo de sabedoria surja perante ti, mesmo os meios que não possuis, ou seja, usando a sabedoria dos outros, daqueles que têm algo para te dizer, para te contar, para te oferecer. Depois, lança esse conhecimento no teu ser; cozinha-o com todos os ingredientes que possas arranjar, tenta um lume brando e usa teu instinto. O produto final será teu e de mais ninguém; foste tu que o obtiveste com o teu trabalho, com a tua busca, com o teu empenho e não só com o que te deram. Depois, prova esse produto e digere-o com prudência e com lentidão. Porém, sempre que possas, usa um pouco de loucura, dá-lhe um toque final, impõe-lhe a tua marca e oferece-o a quem o procura.
Não o retenhas pois de nada te serve guardado no sótão da tua memória. Areja-o e reparte-o com os outros. A seguir, procura novo saber. E repete o processo….”

08/04/2005 Posted by | Diversos | 8 comentários

receita

…republicação:
.

“…Não penses que sabes tudo ou que sabes que podes tudo saber; nada se consegue saber apenas com a aprendizagem; é preciso buscar, é preciso viver, é preciso sentir, ser e estar; nada se consegue saber apenas com o olhar; é preciso ouvir, tocar, cheirar… Usa todos os meios ao teu alcance para que um lampejo de sabedoria surja perante ti, mesmo os meios que não possuis, ou seja, usando a sabedoria dos outros, daqueles que têm algo para te dizer, para te contar, para te oferecer. Depois, lança esse conhecimento no teu ser; cozinha-o com todos os ingredientes que possas arranjar, tenta um lume brando e usa teu instinto. O produto final será teu e de mais ninguém; foste tu que o obtiveste com o teu trabalho, com a tua busca, com o teu empenho e não só com o que te deram. Depois, prova esse produto e digere-o com prudência e com lentidão. Porém, sempre que possas, usa um pouco de loucura, dá-lhe um toque final, impõe-lhe a tua marca e oferece-o a quem o procura.
Não o retenhas pois de nada te serve guardado no sótão da tua memória. Areja-o e reparte-o com os outros. A seguir, procura novo saber. E repete o processo….”

08/04/2005 Posted by | Diversos | | 8 comentários

>dourados

>
…pormenor do altar-mor da Igreja da minha terra…

07/04/2005 Posted by | Diversos | 8 comentários

dourados


…pormenor do altar-mor da Igreja da minha terra…

07/04/2005 Posted by | Diversos | 8 comentários

dourados


…pormenor do altar-mor da Igreja da minha terra…

07/04/2005 Posted by | Diversos | | 8 comentários

>postar

>

…às vezes as páginas em branco assustam-nos e não sabemos o que escrever…
…um dia deram-me um livro que tinha algumas páginas em branco e pediram-me para lá deixar uma mensagem…
…assustei-me porque tinha espaço demais para escrever uma mensagem, mas escrevi…
…o que escrevi foi assim:
.
“…Que dizer perante duas páginas em branco? Que dizer em frente do nada que me domina e me arrasta a escrita para duas páginas em branco… Dizer que sinto as palavras que me transportam para além da vontade de escrever… Para além da vontade de dizer o que sinto na presença de duas páginas em branco… Dizer que penso e não actuo ou que actuo e não penso… Dizer que procuro e não encontro a não ser duas páginas em branco… Mas elas se preenchem com as letras que me saiem lenta e pausadamente do meu ser e do meu estar perante estas duas páginas em branco… Que me dizem elas, sejam elas o que quer que sejam, senão que as duas páginas em branco estão a acabar… O espaço escasseia e o tempo passa e nada mais me sai da mente para escrever nestas duas páginas em branco… Um branco de luz, de paz, e de muito amor…Quim…”
.
…e as duas páginas em branco deixaram de estar em branco…
…a escrita surgiu apenas na necessidade de encher o vazio…
…será que comunicamos por sentir que existe esse vazio?

06/04/2005 Posted by | Diversos | 12 comentários

postar

…às vezes as páginas em branco assustam-nos e não sabemos o que escrever…
…um dia deram-me um livro que tinha algumas páginas em branco e pediram-me para lá deixar uma mensagem…
…assustei-me porque tinha espaço demais para escrever uma mensagem, mas escrevi…
…o que escrevi foi assim:
.
“…Que dizer perante duas páginas em branco? Que dizer em frente do nada que me domina e me arrasta a escrita para duas páginas em branco… Dizer que sinto as palavras que me transportam para além da vontade de escrever… Para além da vontade de dizer o que sinto na presença de duas páginas em branco… Dizer que penso e não actuo ou que actuo e não penso… Dizer que procuro e não encontro a não ser duas páginas em branco… Mas elas se preenchem com as letras que me saiem lenta e pausadamente do meu ser e do meu estar perante estas duas páginas em branco… Que me dizem elas, sejam elas o que quer que sejam, senão que as duas páginas em branco estão a acabar… O espaço escasseia e o tempo passa e nada mais me sai da mente para escrever nestas duas páginas em branco… Um branco de luz, de paz, e de muito amor…Quim…”
.
…e as duas páginas em branco deixaram de estar em branco…
…a escrita surgiu apenas na necessidade de encher o vazio…
…será que comunicamos por sentir que existe esse vazio?

06/04/2005 Posted by | Diversos | 12 comentários

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…às vezes as páginas em branco assustam-nos e não sabemos o que escrever…
…um dia deram-me um livro que tinha algumas páginas em branco e pediram-me para lá deixar uma mensagem…
…assustei-me porque tinha espaço demais para escrever uma mensagem, mas escrevi…
…o que escrevi foi assim:
.
“…Que dizer perante duas páginas em branco? Que dizer em frente do nada que me domina e me arrasta a escrita para duas páginas em branco… Dizer que sinto as palavras que me transportam para além da vontade de escrever… Para além da vontade de dizer o que sinto na presença de duas páginas em branco… Dizer que penso e não actuo ou que actuo e não penso… Dizer que procuro e não encontro a não ser duas páginas em branco… Mas elas se preenchem com as letras que me saiem lenta e pausadamente do meu ser e do meu estar perante estas duas páginas em branco… Que me dizem elas, sejam elas o que quer que sejam, senão que as duas páginas em branco estão a acabar… O espaço escasseia e o tempo passa e nada mais me sai da mente para escrever nestas duas páginas em branco… Um branco de luz, de paz, e de muito amor…Quim…”
.
…e as duas páginas em branco deixaram de estar em branco…
…a escrita surgiu apenas na necessidade de encher o vazio…
…será que comunicamos por sentir que existe esse vazio?

06/04/2005 Posted by | Diversos | | 12 comentários

>manias

>
…apenas mais uma das minhas eternas procuras da simetria…

05/04/2005 Posted by | Diversos | 10 comentários

manias


…apenas mais uma das minhas eternas procuras da simetria…

05/04/2005 Posted by | Diversos | 10 comentários

manias


…apenas mais uma das minhas eternas procuras da simetria…

05/04/2005 Posted by | Diversos | | 10 comentários

>exprimir

>

“…teremos alguma vez na vida, um pouquinho de tempo que seja, para dizermos ao outro o que nos vai cá dentro?… Teremos alguma vez na vida, a coragem suficiente para ouvirmos do outro o que haja para ser ouvido?… Teremos alguma vez na vida, o saber profundo de não misturar o que queremos dizer e o que devemos ouvir?… Teremos alguma vez na vida o sentir do momento certo para no momento exacto estarmos perto (ou ainda que distante) e sabermos que não dizer é o mesmo que gritar?… Não sei!… Questiono-me imensas vezes sobre a possibilidade de estar certo e não o saber ou de o saber e não estar certo o que penso que sei… Indago a mim mesmo se o que sinto deve ser dito ou se deve ser guardado no infinito… Pergunto-me se quero ou se não quero, se devo ou se não devo… É então, nesses momentos de angústia, que decido o que fazer da minha vida (será que ela me pertence?…): Tomo a decisão de escolher… E assumir a minha escolha e aceitar as consequências e sorrir ao advir sem constrangimentos nem sentimentos de culpa… afinal, nada me consegue fazer parar porque cada vez mais tenho a certeza que o caminho é somente aquele que nos permite amar… é por aí que eu irei…”

04/04/2005 Posted by | Diversos | 7 comentários

exprimir

“…teremos alguma vez na vida, um pouquinho de tempo que seja, para dizermos ao outro o que nos vai cá dentro?… Teremos alguma vez na vida, a coragem suficiente para ouvirmos do outro o que haja para ser ouvido?… Teremos alguma vez na vida, o saber profundo de não misturar o que queremos dizer e o que devemos ouvir?… Teremos alguma vez na vida o sentir do momento certo para no momento exacto estarmos perto (ou ainda que distante) e sabermos que não dizer é o mesmo que gritar?… Não sei!… Questiono-me imensas vezes sobre a possibilidade de estar certo e não o saber ou de o saber e não estar certo o que penso que sei… Indago a mim mesmo se o que sinto deve ser dito ou se deve ser guardado no infinito… Pergunto-me se quero ou se não quero, se devo ou se não devo… É então, nesses momentos de angústia, que decido o que fazer da minha vida (será que ela me pertence?…): Tomo a decisão de escolher… E assumir a minha escolha e aceitar as consequências e sorrir ao advir sem constrangimentos nem sentimentos de culpa… afinal, nada me consegue fazer parar porque cada vez mais tenho a certeza que o caminho é somente aquele que nos permite amar… é por aí que eu irei…”

04/04/2005 Posted by | Diversos | 7 comentários

exprimir

“…teremos alguma vez na vida, um pouquinho de tempo que seja, para dizermos ao outro o que nos vai cá dentro?… Teremos alguma vez na vida, a coragem suficiente para ouvirmos do outro o que haja para ser ouvido?… Teremos alguma vez na vida, o saber profundo de não misturar o que queremos dizer e o que devemos ouvir?… Teremos alguma vez na vida o sentir do momento certo para no momento exacto estarmos perto (ou ainda que distante) e sabermos que não dizer é o mesmo que gritar?… Não sei!… Questiono-me imensas vezes sobre a possibilidade de estar certo e não o saber ou de o saber e não estar certo o que penso que sei… Indago a mim mesmo se o que sinto deve ser dito ou se deve ser guardado no infinito… Pergunto-me se quero ou se não quero, se devo ou se não devo… É então, nesses momentos de angústia, que decido o que fazer da minha vida (será que ela me pertence?…): Tomo a decisão de escolher… E assumir a minha escolha e aceitar as consequências e sorrir ao advir sem constrangimentos nem sentimentos de culpa… afinal, nada me consegue fazer parar porque cada vez mais tenho a certeza que o caminho é somente aquele que nos permite amar… é por aí que eu irei…”

04/04/2005 Posted by | Diversos | | 7 comentários

>encontro

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…foi aqui que se encontraram cerca de 45 bloguistas para em conjunto festejarem o aniversário da Pandora`s Box… cada vez mais, a empatia é maior e o sentimento de amizade se fortalece entre pessoas “fechadas” no mundo do seu blog num espírito aberto aos afectos… mais uma vez gostei de estar com todos vós; mais uma vez senti que as palavras que trocamos uns com os outros nos comentários e por outras formas neste mundo virtual, mais não são do que uma única realidade, a realidade de que a amizade ainda é um sentimento muito forte… vos amo a todos…

03/04/2005 Posted by | Diversos | 14 comentários

encontro

…foi aqui que se encontraram cerca de 45 bloguistas para em conjunto festejarem o aniversário da Pandora`s Box… cada vez mais, a empatia é maior e o sentimento de amizade se fortalece entre pessoas “fechadas” no mundo do seu blog num espírito aberto aos afectos… mais uma vez gostei de estar com todos vós; mais uma vez senti que as palavras que trocamos uns com os outros nos comentários e por outras formas neste mundo virtual, mais não são do que uma única realidade, a realidade de que a amizade ainda é um sentimento muito forte… vos amo a todos…

03/04/2005 Posted by | Diversos | 14 comentários

encontro

…foi aqui que se encontraram cerca de 45 bloguistas para em conjunto festejarem o aniversário da Pandora`s Box… cada vez mais, a empatia é maior e o sentimento de amizade se fortalece entre pessoas “fechadas” no mundo do seu blog num espírito aberto aos afectos… mais uma vez gostei de estar com todos vós; mais uma vez senti que as palavras que trocamos uns com os outros nos comentários e por outras formas neste mundo virtual, mais não são do que uma única realidade, a realidade de que a amizade ainda é um sentimento muito forte… vos amo a todos…

03/04/2005 Posted by | Diversos | | 14 comentários

>jantar

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…de bloguistas hoje, em Lisboa, em honra da Pandora… aí vou eu também… o problema é se me aparece pelo caminho algum Capuchinho Vermelho; não responderei por mim…

02/04/2005 Posted by | Diversos | 4 comentários

jantar

…de bloguistas hoje, em Lisboa, em honra da Pandora… aí vou eu também… o problema é se me aparece pelo caminho algum Capuchinho Vermelho; não responderei por mim…

02/04/2005 Posted by | Diversos | 4 comentários

jantar

…de bloguistas hoje, em Lisboa, em honra da Pandora… aí vou eu também… o problema é se me aparece pelo caminho algum Capuchinho Vermelho; não responderei por mim…

02/04/2005 Posted by | Diversos | | 4 comentários

>coexistência

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…um conceito de amizade que às vezes nem o Homem consegue…
(…e lá por ser o dia das mentiras, esta não é uma foto-montagem)

01/04/2005 Posted by | Diversos | 12 comentários

coexistência


…um conceito de amizade que às vezes nem o Homem consegue…
(…e lá por ser o dia das mentiras, esta não é uma foto-montagem)

01/04/2005 Posted by | Diversos | 12 comentários

coexistência


…um conceito de amizade que às vezes nem o Homem consegue…
(…e lá por ser o dia das mentiras, esta não é uma foto-montagem)

01/04/2005 Posted by | Diversos | | 11 comentários