Lobices

…meiguices de lobos e não só…

>carpinus betulus

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Dizem que todos os seres são “regidos” por uma árvore; a minha é a Carpa (carpinus betulus); e diz que sou assim:
“…o nativo da Carpa é encantador!… Adora agradar e está quase sempre dependente do seu aspecto e dos olhares dos outros. Sociável, até mesmo mundano, nunca recusa uma ocasião para se destacar… Porém tem muito apego à compostura. Imaginativo, de um espírito crítico agudo e um gosto pronunciado pela polémica. Não discuta com ele, já que, mesmo que esteja no seu direito e tenha razão, acabará com a sensação de não a ter. É realista, organizado e metódico! De natureza profundamente generosa e entregue, não hesitará em defender as causas dos outros, sobretudo se estas servirem a sua!… No amor, curiosamente, é muito distante e quase nunca exprime os seus sentimentos. Diz-se curiosamente e deve-se sublinhar já que precisa de exteriorizar as suas energias, que é sociável e que nunca recusa uma oportunidade para se destacar. Então porquê a reserva? Porque, para ele, o amor é um assunto sério e grave. A partir do momento que se sinta prestes a perder as suas armas, repõe-se imediatamente, tendo em conta os prós e os contras, para, finalmente, resignar-se a fazer o que lhe dita o dever; e o seu dever consiste em perder a razão para a dar a outrém!…”
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22/06/2005 Posted by | Diversos | 16 comentários

carpinus betulus

Dizem que todos os seres são “regidos” por uma árvore; a minha é a Carpa (carpinus betulus); e diz que sou assim:
“…o nativo da Carpa é encantador!… Adora agradar e está quase sempre dependente do seu aspecto e dos olhares dos outros. Sociável, até mesmo mundano, nunca recusa uma ocasião para se destacar… Porém tem muito apego à compostura. Imaginativo, de um espírito crítico agudo e um gosto pronunciado pela polémica. Não discuta com ele, já que, mesmo que esteja no seu direito e tenha razão, acabará com a sensação de não a ter. É realista, organizado e metódico! De natureza profundamente generosa e entregue, não hesitará em defender as causas dos outros, sobretudo se estas servirem a sua!… No amor, curiosamente, é muito distante e quase nunca exprime os seus sentimentos. Diz-se curiosamente e deve-se sublinhar já que precisa de exteriorizar as suas energias, que é sociável e que nunca recusa uma oportunidade para se destacar. Então porquê a reserva? Porque, para ele, o amor é um assunto sério e grave. A partir do momento que se sinta prestes a perder as suas armas, repõe-se imediatamente, tendo em conta os prós e os contras, para, finalmente, resignar-se a fazer o que lhe dita o dever; e o seu dever consiste em perder a razão para a dar a outrém!…”

22/06/2005 Posted by | Diversos | | 8 comentários