Lobices

…meiguices de lobos e não só…

>paragem

>

“… preciso regressar à infância, ao silêncio, à distância… preciso regressar ao início como quem precisa de começar de novo… preciso regressar ao som da lembrança onde a minha mente se senta e descansa… preciso parar um pouco e largar esta tremenda ânsia de viver… deixar-me ficar, não ir, ser apenas e ouvir… o marulhar das ondas e o nevoeiro trazido pelo vento norte que varre a areia para sul e com ela leva a minha alma, lavada, límpida, calma… preciso regressar à minha paz, sentir-me liberto, atento e aberto a tudo o que o destino me traz… vou partir por uns tempos à procura de mim: voltarei quando me encontrar…”

27/09/2005 Posted by | Diversos | 56 comentários

paragem

“… preciso regressar à infância, ao silêncio, à distância… preciso regressar ao início como quem precisa de começar de novo… preciso regressar ao som da lembrança onde a minha mente se senta e descansa… preciso parar um pouco e largar esta tremenda ânsia de viver… deixar-me ficar, não ir, ser apenas e ouvir… o marulhar das ondas e o nevoeiro trazido pelo vento norte que varre a areia para sul e com ela leva a minha alma, lavada, límpida, calma… preciso regressar à minha paz, sentir-me liberto, atento e aberto a tudo o que o destino me traz… vou partir por uns tempos à procura de mim: voltarei quando me encontrar…”

27/09/2005 Posted by | Diversos | | 28 comentários

>outra vez

>

segunda-feira?… Chiça!… De que é que me valeu ter passado o fim de semana de papo para o ar a tratar do bronze?… Perdi aquele pardal espertinho; tão bem que me teria sabido um pardalito no churrasco!… Bem, mas também não se pode ter tudo… E, olhem lá, já agora: alguém vos mandou acordar-me?…

26/09/2005 Posted by | Diversos | 24 comentários

outra vez

segunda-feira?… Chiça!… De que é que me valeu ter passado o fim de semana de papo para o ar a tratar do bronze?… Perdi aquele pardal espertinho; tão bem que me teria sabido um pardalito no churrasco!… Bem, mas também não se pode ter tudo… E, olhem lá, já agora: alguém vos mandou acordar-me?…

26/09/2005 Posted by | Diversos | | 12 comentários

>sorte

>

a minha este fim de semana o Kiko ter passado o tempo todo de barriga pró ar a bronzear-se; que alívio o meu, chiça!…

25/09/2005 Posted by | Diversos | 5 comentários

sorte

a minha este fim de semana o Kiko ter passado o tempo todo de barriga pró ar a bronzear-se; que alívio o meu, chiça!…

25/09/2005 Posted by | Diversos | 5 comentários

>seus invejosos

>
Façam como eu… aproveitem este Sol… olhem o meu bronze!

23/09/2005 Posted by | Diversos | 34 comentários

seus invejosos


Façam como eu… aproveitem este Sol… olhem o meu bronze!

23/09/2005 Posted by | Diversos | | 17 comentários

>equinócio do Outono

>

“…hoje começa uma nova estação, a do Outono… o cair da folha não significa a morte nem o fim… o cair da folha sobre a terra seca irá apodrecer com as primeiras chuvas e dessa forma fertilizar a terra-mãe que, assim adubada, fará crescer mais uma vez, as novas folhas que na próxima Primavera nos anunciarão um novo ciclo… na vida, tudo é assim… tudo é uma mudança, um contínuo crescer… um estar… um desejo de viver…”

22/09/2005 Posted by | Diversos | 26 comentários

equinócio do Outono

“…hoje começa uma nova estação, a do Outono… o cair da folha não significa a morte nem o fim… o cair da folha sobre a terra seca irá apodrecer com as primeiras chuvas e dessa forma fertilizar a terra-mãe que, assim adubada, fará crescer mais uma vez, as novas folhas que na próxima Primavera nos anunciarão um novo ciclo… na vida, tudo é assim… tudo é uma mudança, um contínuo crescer… um estar… um desejo de viver…”

22/09/2005 Posted by | Diversos | | 13 comentários

>sentimentos

>

“…hoje não ía postar… sentia frio… e havia névoas… por outro lado não tinha inspiração e as musas não me estavam a ajudar… mas há sempre um mas e, por vezes, por razões que a própria razão não compreende mas que não deixa de ser uma razão, o óbvio surgiu e uma necessidade de paz veio pairar sobre mim… e bastou apenas uma verdade, por mais dolorosa que ela possa parecer ser ou mesmo até ser, para que essa paz surgisse através da razão… e, com amor e por amor, entendi que uma rosa branca foi, é e será sempre um sinal de pacificação…”

21/09/2005 Posted by | Diversos | 7 comentários

sentimentos

“…hoje não ía postar… sentia frio… e havia névoas… por outro lado não tinha inspiração e as musas não me estavam a ajudar… mas há sempre um mas e, por vezes, por razões que a própria razão não compreende mas que não deixa de ser uma razão, o óbvio surgiu e uma necessidade de paz veio pairar sobre mim… e bastou apenas uma verdade, por mais dolorosa que ela possa parecer ser ou mesmo até ser, para que essa paz surgisse através da razão… e, com amor e por amor, entendi que uma rosa branca foi, é e será sempre um sinal de pacificação…”

21/09/2005 Posted by | Diversos | 7 comentários

sentimentos

“…hoje não ía postar… sentia frio… e havia névoas… por outro lado não tinha inspiração e as musas não me estavam a ajudar… mas há sempre um mas e, por vezes, por razões que a própria razão não compreende mas que não deixa de ser uma razão, o óbvio surgiu e uma necessidade de paz veio pairar sobre mim… e bastou apenas uma verdade, por mais dolorosa que ela possa parecer ser ou mesmo até ser, para que essa paz surgisse através da razão… e, com amor e por amor, entendi que uma rosa branca foi, é e será sempre um sinal de pacificação…”

21/09/2005 Posted by | Diversos | | 7 comentários

>determinismo

>
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“…tentei, com a minha mão quente, dar-lhe um sopro de vida mas ele já estava prisioneiro da morte… fez, assim, a sua última viagem… deve ter sonhado que a morte era uma mão quente a abraçá-lo com amor…”

20/09/2005 Posted by | Diversos | 20 comentários

determinismo


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“…tentei, com a minha mão quente, dar-lhe um sopro de vida mas ele já estava prisioneiro da morte… fez, assim, a sua última viagem… deve ter sonhado que a morte era uma mão quente a abraçá-lo com amor…”

20/09/2005 Posted by | Diversos | | 10 comentários

>esconderijo

>

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“…na incerteza de um amor naufragado… nas mansas águas do teu rio revolto… em densas brumas de vontades … ousei olhar a minha alma como dona da minha certeza… na efémera busca da eterna beleza… no olhar terno de teus lábios… ou no beijar ardente de teus olhos… deleitado na ânsia da posse… emparedei-me dentro do meu próprio ser… ousei usá-lo como armadura contra o meu medo… contra o medo desmedido de te perder… mas imbuído de todas as forças… descobri-me perto do teu corpo… e me lancei completo e sem cansaço… nos teus braços abertos ao abraço… que tanto busco como o meu único porto…”
.
(photo from CurtisNeeley.com)

19/09/2005 Posted by | Diversos | 14 comentários

esconderijo

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“…na incerteza de um amor naufragado… nas mansas águas do teu rio revolto… em densas brumas de vontades … ousei olhar a minha alma como dona da minha certeza… na efémera busca da eterna beleza… no olhar terno de teus lábios… ou no beijar ardente de teus olhos… deleitado na ânsia da posse… emparedei-me dentro do meu próprio ser… ousei usá-lo como armadura contra o meu medo… contra o medo desmedido de te perder… mas imbuído de todas as forças… descobri-me perto do teu corpo… e me lancei completo e sem cansaço… nos teus braços abertos ao abraço… que tanto busco como o meu único porto…”
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(photo from CurtisNeeley.com)

19/09/2005 Posted by | Diversos | | 7 comentários

>pensamento

>


“…a imagem não é minha mas também não sei de onde ou de quem é… porém, espelha bem aquilo que às vezes eu penso sobre a inteligência animal… aquilo que eu vejo no meu Black ou no meu Kiko e esta foto faz-me lembrar aquela frase: “One penny for your thoughts”…”

18/09/2005 Posted by | Diversos | 14 comentários

pensamento


“…a imagem não é minha mas também não sei de onde ou de quem é… porém, espelha bem aquilo que às vezes eu penso sobre a inteligência animal… aquilo que eu vejo no meu Black ou no meu Kiko e esta foto faz-me lembrar aquela frase: “One penny for your thoughts”…”

18/09/2005 Posted by | Diversos | | Deixe um comentário

>destino

>

“…e se essa noite tiver de chegar, olharei o céu e contarei as estrelas… no meio de todas elas, uma será minha: o meu destino!… abraçar-me-ei a mim mesmo num derradeiro abraço e olharei a minha nudez… vestirei o frio da noite como de uma túnica se tratasse e respirarei a sombra do luar… olharei à minha volta numa última busca de mim e direi adeus à minha paz… partirei nas asas do sonho que foi meu e deixar-me-ei vogar na certeza da chegada ao meu destino… se essa noite tiver de chegar, sei que nessa noite amarei uma última vez…”

17/09/2005 Posted by | Diversos | 24 comentários

destino

“…e se essa noite tiver de chegar, olharei o céu e contarei as estrelas… no meio de todas elas, uma será minha: o meu destino!… abraçar-me-ei a mim mesmo num derradeiro abraço e olharei a minha nudez… vestirei o frio da noite como de uma túnica se tratasse e respirarei a sombra do luar… olharei à minha volta numa última busca de mim e direi adeus à minha paz… partirei nas asas do sonho que foi meu e deixar-me-ei vogar na certeza da chegada ao meu destino… se essa noite tiver de chegar, sei que nessa noite amarei uma última vez…”

17/09/2005 Posted by | Diversos | | 12 comentários

>insano

>

“…não sei ser loucura mas hei-de tentar rir quando todos esperarem que chore… tentar chorar quando todos esperarem que ria feliz… tentar pasmar com as coisas mais simples… tentar galgar tudo o que seja mais complexo… e principalmente, nascer no tempo de morrer…!

16/09/2005 Posted by | Diversos | 22 comentários

insano

“…não sei ser loucura mas hei-de tentar rir quando todos esperarem que chore… tentar chorar quando todos esperarem que ria feliz… tentar pasmar com as coisas mais simples… tentar galgar tudo o que seja mais complexo… e principalmente, nascer no tempo de morrer…!

16/09/2005 Posted by | Diversos | | Deixe um comentário

>permite

>
.
“…imaginar-te apenas que num qualquer momento do dia de hoje eu te dou um abraço com ternura…”

15/09/2005 Posted by | Diversos | 18 comentários

permite


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“…imaginar-te apenas que num qualquer momento do dia de hoje eu te dou um abraço com ternura…”

15/09/2005 Posted by | Diversos | | Deixe um comentário

>flutuar

>

“…há alturas na vida em que penso na hipótese de poder voar… tal como nos meus sonhos tão belos e recorrentes… sensação tão suave e deliciosa porque tão real; a realidade que o sonho nos dá e nos proporciona vivenciar algo que nunca vivemos… há uma sensação de levitação na vertical e o meu corpo sobe; depois, paira sobre tudo o que me rodeia; segue-se um voltear sobre mim mesmo e então deitado de bruços e de braços abertos o meu corpo plana sobre as ruas, as árvores, os campos, os terraços… lentamente, sem nunca ter havido algo de diferente nesses meus sonhos, o corpo volta à terra na mesma posição vertical em que iniciou a levitação… é algo incomparável pois não conheço coisa que se lhe assemelhe… hoje, esta noite, não tive nenhum desses sonhos mas ao olhar para esta minha rosa, lembrei-me do seu aroma, do leve cheiro que se evola no ar, no mesmo ar em que eu às vezes me sinto a flutuar…”

14/09/2005 Posted by | Diversos | 22 comentários

flutuar

“…há alturas na vida em que penso na hipótese de poder voar… tal como nos meus sonhos tão belos e recorrentes… sensação tão suave e deliciosa porque tão real; a realidade que o sonho nos dá e nos proporciona vivenciar algo que nunca vivemos… há uma sensação de levitação na vertical e o meu corpo sobe; depois, paira sobre tudo o que me rodeia; segue-se um voltear sobre mim mesmo e então deitado de bruços e de braços abertos o meu corpo plana sobre as ruas, as árvores, os campos, os terraços… lentamente, sem nunca ter havido algo de diferente nesses meus sonhos, o corpo volta à terra na mesma posição vertical em que iniciou a levitação… é algo incomparável pois não conheço coisa que se lhe assemelhe… hoje, esta noite, não tive nenhum desses sonhos mas ao olhar para esta minha rosa, lembrei-me do seu aroma, do leve cheiro que se evola no ar, no mesmo ar em que eu às vezes me sinto a flutuar…”

14/09/2005 Posted by | Diversos | | 11 comentários

>postar

>

“…não escrevo para ti nem para mim, nem para vós nem para quem quer que seja… escrevo para uma cor branca onde vejo estas letras serem desenhadas… não espero o que quer que seja delas nem tão pouco anseio pelo fim da própria escrita… são apenas os dedos que batem aqui e ali ou acolá, nestas teclas pretas que sinto vibrarem dentro de mim, sim, as teclas é que vibram dentro de mim porque elas representam palavras, sentimentos para sentir, gritos para silenciar, silêncios para gritar, lágrimas para secar ou mesmo sorrisos para brilhar nos lábios de quem escreve ou de quem lê… não espero nada de quem as vê… um pálido correr da visão pelas letras que formam esta mera ilusão de escrever quando não se sabe o que dizer… mas são palavras que estavam dentro de mim… já não estão… já não são minhas… são meras letras espalhadas pelo ecrã deste monitor… letras de prazer mas também de dor… o dilema, sempre o dilema do escritor…”

13/09/2005 Posted by | Diversos | 20 comentários

postar

“…não escrevo para ti nem para mim, nem para vós nem para quem quer que seja… escrevo para uma cor branca onde vejo estas letras serem desenhadas… não espero o que quer que seja delas nem tão pouco anseio pelo fim da própria escrita… são apenas os dedos que batem aqui e ali ou acolá, nestas teclas pretas que sinto vibrarem dentro de mim, sim, as teclas é que vibram dentro de mim porque elas representam palavras, sentimentos para sentir, gritos para silenciar, silêncios para gritar, lágrimas para secar ou mesmo sorrisos para brilhar nos lábios de quem escreve ou de quem lê… não espero nada de quem as vê… um pálido correr da visão pelas letras que formam esta mera ilusão de escrever quando não se sabe o que dizer… mas são palavras que estavam dentro de mim… já não estão… já não são minhas… são meras letras espalhadas pelo ecrã deste monitor… letras de prazer mas também de dor… o dilema, sempre o dilema do escritor…”

13/09/2005 Posted by | Diversos | | 10 comentários

>requiem

>

“…quando eu morrer, enterrem-me sob um campo de rosas… deixem que meu corpo se desfaça no aroma que elas exalam… deixem que meu espírito se misture nas cores que sempre me encantaram, num doce bailar de êxtase e delírio… deixem que sinta a certeza da doçura e da leveza da textura fazer parte do meu último ser e estar neste pedaço… que a sua sombra me embale na viagem para junto das estrelas… enterrem-me sob um campo de rosas, sejam elas brancas, douradas, vermelhas ou cor de rosas… deixem-me sentir a beleza uma última vez…”

12/09/2005 Posted by | Diversos | 24 comentários

requiem

“…quando eu morrer, enterrem-me sob um campo de rosas… deixem que meu corpo se desfaça no aroma que elas exalam… deixem que meu espírito se misture nas cores que sempre me encantaram, num doce bailar de êxtase e delírio… deixem que sinta a certeza da doçura e da leveza da textura fazer parte do meu último ser e estar neste pedaço… que a sua sombra me embale na viagem para junto das estrelas… enterrem-me sob um campo de rosas, sejam elas brancas, douradas, vermelhas ou cor de rosas… deixem-me sentir a beleza uma última vez…”

12/09/2005 Posted by | Diversos | | 12 comentários

>jantar do Murcon

>
.

“…este era o centro da mesa durante o evento realizado hoje e que ficou conhecido pelo jantar do murcon já que o mesmo surgiu da vontade dos participantes do blog pertença do Prof. Júlio Machado Vaz; porém, foram as pessoas que lá estiveram, as tais pessoas bonitas (como eu lhes costumo chamar) que iluminaram o encontro e deram ao mesmo aquilo a que já nos começámos a habituar, o sentido da pura e simples amizade que vai para além deste tremendo mundo virtual… a minha gratidão pessoal a todos por me terem feito sentir parte do todo…”

10/09/2005 Posted by | Diversos | 28 comentários

jantar do Murcon


.

“…este era o centro da mesa durante o evento realizado hoje e que ficou conhecido pelo jantar do murcon já que o mesmo surgiu da vontade dos participantes do blog pertença do Prof. Júlio Machado Vaz; porém, foram as pessoas que lá estiveram, as tais pessoas bonitas (como eu lhes costumo chamar) que iluminaram o encontro e deram ao mesmo aquilo a que já nos começámos a habituar, o sentido da pura e simples amizade que vai para além deste tremendo mundo virtual… a minha gratidão pessoal a todos por me terem feito sentir parte do todo…”

10/09/2005 Posted by | Diversos | | 14 comentários

>porque

>…realmente eu amo esta…
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09/09/2005 Posted by | Diversos | 17 comentários

porque

…realmente eu amo esta…
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09/09/2005 Posted by | Diversos | 17 comentários

>setembro

>…deixem as folhas viverem…
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08/09/2005 Posted by | Diversos | 12 comentários

setembro

…deixem as folhas viverem…
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08/09/2005 Posted by | Diversos | | 6 comentários

>ovelha

>
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…apenas uma rocha no Cabo da Roca… (parece uma ovelha)…

07/09/2005 Posted by | Diversos | 10 comentários

ovelha


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…apenas uma rocha no Cabo da Roca… (parece uma ovelha)…

07/09/2005 Posted by | Diversos | | 5 comentários

>ouro

>
…quase ou mesmo nada possuo… porém, quase sempre, o meu oeste me brinda com beleza e isso me basta… é isso que hoje vos posso oferecer: o meu dourado fim de tarde…

04/09/2005 Posted by | Diversos | 34 comentários

ouro


…quase ou mesmo nada possuo… porém, quase sempre, o meu oeste me brinda com beleza e isso me basta… é isso que hoje vos posso oferecer: o meu dourado fim de tarde…

04/09/2005 Posted by | Diversos | | 17 comentários

>emoções

>

“…Com tanta impulsividade, tanta forma diferente de se ser e de se estar… onde está, afinal, o que nos atrai numa pessoa?… Onde estão os “doces” que julgámos ver?… Onde está a ternura?… O gesto?… A fala?… O carinho?… Ficamos a pensar que nos podemos enganar… Serão assim tão diferentes?… Terão apenas essas formas de se ser e de se estar quando o objecto é outro que não nós mesmos?… Ser-se digno de um amor não é mesurável nem previsivel… Porque o amor constrói-se momento a momento e de uma forma muito simples: encontrando as formas diferentes de se ser e de se estar como desafios a vencer e, etapa a etapa, ir aceitando essa mesma diferença… e, os enganos, não existem mas mesmo que eles possam ser reais, aprende-se a dissipar a neblina e procura-se ver para além dela o que ela mesma esconde… e, às vezes, o segredo está num simples sorriso…”

03/09/2005 Posted by | Diversos | 22 comentários

emoções

“…Com tanta impulsividade, tanta forma diferente de se ser e de se estar… onde está, afinal, o que nos atrai numa pessoa?… Onde estão os “doces” que julgámos ver?… Onde está a ternura?… O gesto?… A fala?… O carinho?… Ficamos a pensar que nos podemos enganar… Serão assim tão diferentes?… Terão apenas essas formas de se ser e de se estar quando o objecto é outro que não nós mesmos?… Ser-se digno de um amor não é mesurável nem previsivel… Porque o amor constrói-se momento a momento e de uma forma muito simples: encontrando as formas diferentes de se ser e de se estar como desafios a vencer e, etapa a etapa, ir aceitando essa mesma diferença… e, os enganos, não existem mas mesmo que eles possam ser reais, aprende-se a dissipar a neblina e procura-se ver para além dela o que ela mesma esconde… e, às vezes, o segredo está num simples sorriso…”

03/09/2005 Posted by | Diversos | | 11 comentários

>graal

>“…todos procuram uma luz ao fundo do túnel…”
.

02/09/2005 Posted by | Diversos | 28 comentários

graal

“…todos procuram uma luz ao fundo do túnel…”
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02/09/2005 Posted by | Diversos | | 14 comentários

>planar

>

“…acordei nas asas dos teus sonhos e mirei-me nas águas tranquilas do teu mar… senti-me afagado pela ternura dos teus olhos e deixei-me planar no aroma do teu beijo… voei forte do meu norte para o teu colo e sorri vendo teus braços abertos numa espera sedenta de vida… afoguei-me em ti e deixei-me morrer no teu sentir…”

01/09/2005 Posted by | Diversos | 28 comentários

planar

“…acordei nas asas dos teus sonhos e mirei-me nas águas tranquilas do teu mar… senti-me afagado pela ternura dos teus olhos e deixei-me planar no aroma do teu beijo… voei forte do meu norte para o teu colo e sorri vendo teus braços abertos numa espera sedenta de vida… afoguei-me em ti e deixei-me morrer no teu sentir…”

01/09/2005 Posted by | Diversos | | 14 comentários