Lobices

…meiguices de lobos e não só…

Tenho saudades tuas

“…Tenho saudades tuas… Queria ter-te aqui comigo, a meu lado, de mãos dadas ou de olhos nos olhos… Cingir-te a cintura e apertar-te contra mim e sentir teu corpo… Desejar o teu desejo… Ouvir teu coração bater com a minha face sobre o teu peito… Beijar-te a boca e saber-me dentro de ti… Sentir-me mais uma vez como as muitas que senti… Tenho saudades tuas… Chamar pelo teu nome… Ouvir a minha voz pronunciar esse som e saber-me respondido com o teu sorrir… Estar onde estás e saber-me contigo, aberto de mim para te receber em plenitude… Entrar no teu ser e saber-me lá residente, não ontem nem hoje mas, sempre… Perder-me no teu labirinto e jamais encontrar a saída… viver os caminhos e as esquinas que se cruzassem à nossa frente e deixar de conhecer o tempo que nos cerca… olvidar a dor da ausência do teu doce amar… Tenho saudades tuas…”

26/02/2012 Posted by | Diversos | 2 comentários

Quarta feira de cinzas

22/02/2012 Posted by | Diversos | Deixe um comentário

Adeus, Mãe

…E PORQUE TODOS LHE DERAM OS PARABÉNS QUANDO ELA FEZ 96 ANOS… E PORQUE É DE MINHA VONTADE, VENHO DIZER QUE A MINHA MÃE PARTIU ESTA NOITE EM COMPLETA PAZ…

19/02/2012 Posted by | Diversos | 3 comentários

Por amor

«Um até já, meu amor, que por amor se corre e por amor se não percorre… um até já, meu amor, pelas correrias que correste e pelas paragens à minha espera… um até já, meu amor, pelo amor caminhado, pelo amor parado como os dias que correm á nossa frente e nos arrastam irremediavelmente para essa morte… a morte do amor que de amor morreu no dia em que em vez de um até já, me disseste adeus…»

18/02/2012 Posted by | Diversos | Deixe um comentário

Dia dos Namorados

14/02/2012 Posted by | Diversos | Deixe um comentário

Nunca te falei de amor

 “… nunca te falei de amor… tenho falado imenso sobre como amar ou sobre o que é amar ou sobre a diferença entre o amar e o gostar… tenho falado muito sobre como é que sabemos quando estamos a amar, quando sabemos o que é amar… como é amar, porque amar é o único caminho… mas nunca te falei de amor… nunca te falei desse sentimento lindo que me envolve numa capa protectora e me faz sentir feliz e bem disposto… nunca te falei desse sentimento tão nobre e tão belo que nos faz sentir o principe dos contos de fadas… nunca te falei de amor apesar de já ter falado tanto de como amar-te… é fácil amar-te… é bom amar-te… é tão doce saber que te amo, que te estou amar como é doce saber que me amas, que me estás a amar… é tão simples e tão perene o saber que amamos, que nos amamos, que somos um só apesar de formados por dois seres distintos… é tão bom amar-te… tão simples amar-te… tão doce saber-me amado… pois, mas nunca te falei de amor… do que é o amor, de que é que ele é feito e do que é que ele nos faz… como tenho dito, quando falo de amar, amar é sofrer, por isso e em primeiro de tudo, o amor é dor… é uma dor que nos preenche o peito e se alastra pela alma adentro como se de uma doença se tratasse… depois, não tem cura e a febre sobe e o amor recrudesce e enobrece quem ama… o amor é o fruto do acto de estarmos a amar… por isso, o amor dói… é como se fosse um parto com dor, quando se ama… do acto de amar nasce o amor e desse nascer, dessa alvorada de luz, a dor povoa-nos e cerca-nos para o resto das nossas vidas… amar é tão simples, tão fácil, tão bom, tão doce… é apenas doarmo-nos ao outro numa entrega total e sem esperar nada no retorno… daí que seja fácil pois dar é apenas uma acção… o amor é o que nasce, o que vem, o que surge dessa acção, dessa atitude de dádiva… e, por isso, dessa dacção, dessa entrega, algo sai de nós, algo se desprende de nós e é esse algo que transforma o acto de amar numa dor profunda, numa dor quente, numa dor sem dor mas que dói… e é nessa dor que sentimos que se ama, é no sentir dessa dor que sabemos que estamos a amar e a sermos amados… é nessa dor que se nos revelamos um ao outro com a fusão de dois seres num só… e nessa fusão, o amor é… e ele só o é, ele só existe, ele só é real se nos fizer doer… e quão purificadora é essa dor, quão sereno é esse sofrer, esse acto de querer, esse acto de receber já que amar é dar, o amor é o que se recebe e nesse saber que temos algo que nos é dado pelo outro, sabemos porque a dor, a partir daí, se instala, vibra, arrepanha, angustia, inebria também, anestesia-nos e a dor se transforma, por aceitação, na mais doce forma de amarmos… se não sentires que te dói então é porque não amas… bendita, pois, a dor que me invade, que me transcende e me faz saber o quanto te amo!…”

10/02/2012 Posted by | Diversos | Deixe um comentário

Explosão solar

05/02/2012 Posted by | Diversos | Deixe um comentário

Delicadeza

02/02/2012 Posted by | Diversos | Deixe um comentário